Centrais sindicais e sindicatos filiados na luta pelosdireitos dos (as) trabalhadores(as)
Centrais sindicais e movimentos sociais reuniram maisde 40 mil manifestantes no dia 3 de agosto, na cidade de São Paulo para reivindicar a aprovação de leis relativas aotrabalho pelo Congresso Nacional.
A grande mobilização foi para reivindicar a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução do salário, regulamentar a terceirização para garantir os direitos dos trabalhadores, e acabar com o fator previdenciário-cálculo que reduz os benefícios de quem se aposenta mais cedo, por tempo de contribuição.
O movimento também pediu que o Congresso ratifique as convenções 158 e 189 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) - a primeira, contra a demissão de funcionários sem motivo, e a segunda regulamenta as condições dos trabalhadores domésticos no mundo, igualando seus direitos aos dos demais trabalhadores. As centrais sindicais pedem ainda a regulamentação da Convenção 151 da OIT, que estabelece o direito de organização e negociação coletiva dos servidores públicos.É necessário que o Congresso Nacional ratifique as convenções da OIT para que elas tenham validade.“Devemos nos mobilizar e lutar para que nossas reivindicações sejam atendidas”, disse Paulo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical.
Entre os organizadores do ato estão a Força Sindical, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), a Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), a União Geral dos Trabalhadores (UGT) e a Nova Central. Participam também movimentos sociais, como o Movimento dos Sem Centrais sindicais e sindicatos filiados na luta pelos direitos dos (as) trabalhadores(as)
Diretoria do sindicato presente na mobilização que reuniu milhares de sindicalistas e trabalhadores em São paulo.
Terra (MST) e a União Nacional dos Estudantes (UNE).
O sindicato da Alimentação de sorocaba e Região, esteve presente no ato através da sua diretoria.







